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Coleção Tesouros da Literatura: a aventura de ler os clássicos

Publicado a 18/05/2022, na categoria: Fábula, Destaque, Literatura

Os melhores clássicos juvenis, com mundos fantásticos para descobrir, continuam a cativar leitores de todas as idades, pois o fascínio que exercem é intemporal e transversal a todas as gerações. Sugerimos algumas das histórias mais célebres de todos os tempos, agrupadas por temas inspiradores. As edições da coleção Tesouros da Literatura incluem prefácios que ajudam contextualizar a obra e o autor, antes de mergulhar na leitura que corresponde sempre à versão integral do texto. São obras de referência e quase todas fazem parte do Plano Nacional de Leitura.

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Raparigas rebeldes

Se tivéssemos de eleger as personagens femininas mais famosas da literatura infantojuvenil, Alice e Sofia não poderiam faltar.

Nas palavras da escritora Carla Maia de Almeida, que assina a tradução e o prefácio da obra, «Alice é a primeira heroína moderna da literatura infantojuvenil, precursora de outras personagens que se libertaram dos limites fixados para as crianças responsáveis e obedientes.» Falamos, é claro, de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll. É sempre boa altura para ler ou reler este clássico sempre atual que continua a fascinar crianças e adultos em todo o mundo.

Os Desastres de Sofia é um dos títulos mais conhecidos da Condessa de Ségur (1799-1874), autora lida por muitas gerações. Divertida e enternecedora, a história revela a liberdade, a ousadia e a bondade de Sofia, uma menina com uma imaginação prodigiosa. Os passeios pela natureza, o contacto com os animais ou as longas tardes sem nada para fazer são ocasiões perfeitas para ela explorar tudo o que a rodeia. Os desastres sucedem-se e, de todos, Sofia tira uma lição. Tal como ela aprende com os erros, também os jovens leitores irão aprender e divertir-se com os sarilhos em que ela se mete.

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Viagens e aventura

Este género de clássicos leva-nos a viajar por mundos desconhecidos e a viver toda a espécie de loucas aventuras.

Publicado há 300 anos, Robinson Crusoé, de Daniel Defoe (1660-1731), é uma obra-prima incontestável da literatura universal. Como nos diz o prefácio de Carla Maia de Almeida, «o estilo de Daniel Dafoe é ágil e direto, o que torna as suas longas descrições fáceis de ler. É precisamente a abundância de pormenores que enriquece a narrativa, tornando-a muito visual e até cinematográfica.» Esta história é um exemplo de superação e de como, respeitando os recursos disponíveis, podemos ultrapassar as dificuldades com perseverança, paciência, inteligência e imaginação.

Jonathan Swift (1667-1745) escreveu um livro que todos os viajantes conhecem. As Viagens de Gulliver consiste no relato das famosas peripécias das quatro viagens de Lemuel Gulliver que o levaram a conhecer lugares e seres improváveis, desde os pequenos liliputianos até aos gigantes altivos e gananciosos de Brobdingnag. Como sublinha Maria do Rosário Pedreira no prefácio à obra, esta é uma leitura bastante atual: «numa altura em que o mundo, em vez de aprender com os erros do passado e se tornar mais aberto e generoso, está cheio de governantes que mandam erguer muros para evitar a entrada de pessoas que procuram uma vida melhor, ou se recusam a deixar desembarcar nos seus portos famílias que vêm a fugir de guerras terríveis, este romance de Swift (que foi também poeta, autor de panfletos políticos e até um homem da igreja) é de uma atualidade desconcertante. E porquê? Porque nos fala essencialmente do Outro». O desafio para os leitores é também o de desbravar outros mundos com esta leitura.

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Fantasmas e detetives

O génio irónico de Oscar Wilde e os poderes dedutivos de Mr. Holmes

Considerado um dos melhores contos tragicómicos de sempre, O Fantasma de Canterville é uma espécie de «história de terror sem o terror». Uma família americana decide instalar-se num castelo assombrado em Inglaterra, importunando o fantasma que lá vive, Sir Simon Canterville, que por ali vagueia há 300 anos. Desde as partidas maldosas dos temíveis gémeos Otis à indiferença da Sra. Otis, o velho fantasma não sabe o que fazer da vida. Só a doce Virgínia, a filha mais velha, vai entender a extensão de seu sofrimento e ajudá-lo a encontrar a almejada paz. Datada de 1891, esta narrativa é loucamente divertida ou não tivesse o cunho genial e sempre irónico de Oscar Wilde (1854-1900).

Mesmo sem poder viajar, fácil é sermos transportados para Londres, em concreto para o n.º 221B de Baker Street. A morada é ficcional, mas que importa? As melhores viagens são as da imaginação. Para isso, basta abrir As Aventuras de Sherlock Holmes e espreitar por entre o fog londrino para ver o que anda a fazer o detetive mais famoso de todos os tempos. Este volume reúne alguns dos melhores contos policiais de Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930), passados em Inglaterra, no final do século XIX. O narrador é o leal Dr. Watson, participante e observador atento que regista com admiração as aventuras do seu amigo. Os emocionantes casos de Sherlock Holmes continuam a conquistar leitores e criadores de todas as formas de arte.


Descubra aqui todos os títulos da coleção Tesouros da Literatura e… boa viagem!

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