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O nome que a cidade esqueceu

Ao vigésimo livro, João Tordo regressa à cidade onde tudo começou, para construir uma narrativa atravessada de mistério, solidão e ternura.

«João Tordo tem uma capacidade enorme deefabulação, que não se encontra facilmente.»
José Saramago,
na atribuição do Prémio Literário José Saramago

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Caraterísticas

Autor(a) João Tordo

ISBN 9789897849275

Data de publicação Novembro de 2023

Edição atual 3.ª

Páginas 376

Apresentação capa mole

Dimensões 145x230mm

Idade recomendada Adultos

Disponibilidade Temporariamente Esgotado na Editora. Ver outras Lojas

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Nova Iorque, 1991.

Ao aterrar na América, Natasha, refugiada de um país da ex-União Soviética, está longe de imaginar que o seu exílio se transformará numa aventura labiríntica pela grande cidade e pela alma humana. O caminho desta rapariga cheia de medos e sonhos cruza-se com o de George B., homem marcado por um passado misterioso, que vive em total isolamento em plena cidade, barricado num apartamento apinhado de objectos inúteis.

George oferece a Natasha um emprego bizarro: ler-lhe em voz alta a lista telefónica de Nova Iorque. Enquanto a rapariga aprende a suportar as saudades da sua família e do seu país, esboçando uma nova vida na metrópole vibrante e crua, George, por seu lado, procura obsessivamente um nome entre os milhões de nomes que a cidade esqueceu; um nome que poderá salvá-lo, ou ser a sua danação.

Tomando como inspiração uma história verdadeira publicada no New York Times, João Tordo constrói um romance enigmático, impulsionado pelo acaso e pela memória. O resultado é uma narrativa que disseca a solidão, grande doença dos nossos tempos, confrontando as suas personagens e os leitores com o passado com que todos tentamos reconciliar-nos. O nome que a cidade esqueceu marca o regresso de um dos escritores mais estimados do público a um lugar que lhe é familiar, numa história plena de imaginação, arrojo, candura e compaixão.

Sobre a obra de João Tordo

«João Tordo tem uma capacidade enorme de efabulação que não se encontra facilmente.»
José Saramago

«Tal como o Nobel José Saramago, João Tordo põe em questão, com o seu talento, a crença numa identidade própria à qual nós, os humanos, estamos apegados.»
Le Monde

«Um romance que se abre em escuridão e labareda, para que nos vejamos ao espelho.»
José Tolentino Mendonça (sobre O luto de Elias Gro)

«Uma escrita vibrante, capaz de momentos de grande intensidade expressiva ou de inesperado lirismo.»
José Mário Silva, Expresso(sobre O luto de Elias Gro)

«Há-de guardar lugar próprio e intransmissível entre as melhores obras da literatura portuguesa contemporânea.»
João Gobern, Diário de Notícias (sobre O luto de Elias Gro)

«Tordo não dá respostas. Alimenta cuidadosamente a ambiguidade, o paradoxo, como se fizessem parte de um silêncio cujo mistério não quer desvendar.»
Isabel Lucas, Público(sobre O Paraíso segundo Lars D.)

«João Tordo cria dois palcos contíguos, que equilibra entre o atrevimento cruel que o realismo comanda e o clima introspectivo que dele resulta, conjugados com particular desenvoltura e absoluta eficácia.»
Lídia Jorge (sobre O deslumbre de Cecilia Fluss)

«Um romance extraordinário, que se lê à transparência de um talento mais do que confirmado, porventura único entre nós, na primeiralinha das vozes literárias da geração a que pertence.»
João de Melo (sobre O deslumbre de Cecilia Fluss)

«Um romance poderoso, inquietante e profundamente lírico.»
Helena Vasconcelos, Público(sobre Ensina-me a voar sobre os telhados)

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